Frete, produto e entrega.

Frete, produto e entrega.

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O processo de compra de um produto passa por algumas etapas já conhecidas pelos leitores do Adm sem Segredos. Ele se inicia no processo de decisão do consumidor e vai até o momento onde a compra é finalmente concretizada.

Mas e depois?

Se estamos falando de uma compra em uma loja física, o cliente pode retirar o seu produto no momento da compra e leva-lo para casa para poder consumi-lo ou utilizá-lo. Porém, se estamos falando de uma compra online é comum o consumidor ter de esperar alguns dias para receber seu produto em casa.

Esse período é justamente onde a mágica acontece e tema do nosso artigo de hoje… o Frete.

Frete… produto e entrega.

A logística da entrega de um produto passa por diversas fazes, dentre as quais:

  • Confirmação do pedido/compra.
  • Confirmação do pagamento pelo cliente.
  • Emissão de Nota Fiscal (NF).
  • Separação do produto em estoque.
  • Envio do produto para transportadora.
  • Transporte entre estoque e cliente.
  • Recebimento do produto.

Como você pode observar, todo esse longo processo é um grupo de ações individuais que passam às vezes por mais de um setor, ou até empresa, para levar determinado bem até seu consumidor final.

Mais do que tempo, o processo de entrega possui um custo para a empresa quando ela precisa de todo um pessoal especializado para a realização dos passos citados acima. Sendo assim, qual a melhor maneira de equalizar o valor gasto no processo de entrega versus o lucro por venda?

Pensando nisso, muitas empresas desenvolveram a prática de cobrar todo ou parte do valor de entrega do próprio cliente, a fim de transferir o ônus da entrega para o consumidor final, custeando a operação.

O frete é então um valor cobrado do próprio consumidor que arca com uma determinada quantia para acessar o produto que adquiriu através da compra à distância (correio, internet, catálogo, encomenda e etc.).

Quem deve pagar o frete?

Muitos consumidores hoje reclamam da cobrança de frete na entrega de seus produtos, tendo muitos dado preferência às empresas que não realizam a cobrança de frete, ou ainda, que cobram valores reduzidos para a entrega do produto baseado na localização do cliente ou no prazo em que ele deseja receber sua mercadoria.

Em teoria, quanto mais perto o cliente estiver do centro de distribuição da empresa, menor será o valor gasto pela companhia na entrega do produto e, portanto, menor será o valor do frete.

O mesmo vale para o tempo de entrega do produto. Se o pedido for urgente e demanda uma logística mais sofisticada de entrega, consequentemente os valores cobrados de frete serão maiores para atender a urgência da solicitação. Em contrapartida, caso o cliente sinalize que não há um prazo definido para o recebimento do bem, tende-se a baratear os custos envolvidos na logística com o envio de diversos pedidos ao mesmo tempo para determinada localidade.

Se utilizando da teoria administrativa, temos hoje dois modelos principais de frete:

FOB (Free on Board): do termo em inglês, a tradução para FOB é “livre à bordo”, situação em que a empresa fornecedora transfere a responsabilidade dos custos envolvidos no transporte do produto/bem para seu cliente, devendo este arcar com quaisquer gastos.

CIF (Cost, Insurance and Freight): do inglês, Custo, Seguro e Frete, o modelo de cobrança de frete CIF responsabiliza a empresa fornecedora pela entrega do produto/bem assim como pelos custos envolvidos na operação, não onerando o cliente deste gasto.

O tipo de cobrança de frete em cada empresa fica à critério de sua administração de vendas, devendo levar em conta o tipo de produto que se vende, que mercados atua e quais são os clientes que possui em sua carteira de clientes.

Então é isso, agora que você conhece a definição de frete e quais seus tipos de cobrança, já pode realizar um estudo em sua empresa para saber se é mais vantajoso dar frete grátis aos seus clientes ou cobrar pela operação!

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Formada em Comunicação Social com habilitação em Rádio e TV, sempre se encantou com diversas formas de comunicação através das mais diversas mídias sociais. Atualmente cursando sua segunda graduação em Adminstração, procura conciliar ambas as áreas em busca de um novo modelo para realizar a gestão dos novos moldes de empresas do século XXI.

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